Internacional

Na União Europeia o € é quem mais ordena!

No próximo dia 9 de junho realizam-se as eleições europeias e o Governo e os outros partidos estão todos em campanha, mas claramente ignorando a realidade política da UE. Calam sobre a convivência da UE com o genocídio em Gaza, são coniventes com as medidas de perseguição aos imigrantes e esquecem-se de que os maiores problemas do país hoje, como a subida do custo de vida, a precariedade e os baixos salários, estão diretamente ligados com as medidas da UE. Por isso, fica a dúvida: para que Europa estamos verdadeiramente a votar?

Internacional

Eleições europeias 2024: Uma saída socialista e revolucionária ante a Europa do capital

As eleições para o Parlamento Europeu vão acontecer entre 6 e 9 de junho. Vêm marcadas pela ascensão da extrema-direita e pela viragem geral dos governos para o rearmamento e o militarismo; pelo racismo institucional e a xenofobia; pelos ataques às liberdades e pela retomada da ofensiva contra os direitos sociais e trabalhistas. Ocorrem em meio ao genocídio sionista em Gaza e ao terrorismo de colonos e soldados na Cisjordânia, e diante do avanço da ofensiva imperialista russa contra a Ucrânia.

Internacional

Manifesto de Primeiro de Maio

A classe trabalhadora enfrenta importantes desafios em todo o mundo. Guerras imperialistas, desemprego e a carestia, os ataques neoliberais aos direitos trabalhistas, à saúde e à educação, a opressão machista, racista, LGBTfóbica e xenófoba, além da destruição do meio ambiente.

Nacional

50 anos de Abril: em luta por uma nova revolução

A 25 de Abril de 1974 começava a revolução em Portugal. O que era para ser um golpe de Estado, virou uma forte revolução com o povo na rua a impor mudanças estruturais no país. Passados 50 anos, vivemos uma forte crise política e social, com a ameaça do retorno das forças reacionárias do passado. O que se passou no país que nos trouxe a este desfecho?

A NOSSA CLASSE Nacional

Os cravos eram vermelhos: uma cronologia da revolução portuguesa

O golpe militar que deu origem à Revolução dos Cravos, em 25 de abril de 1974, começou em África, quando os povos de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, então colónias portuguesas, insurgiram-se e pegaram em armas para conquistar a sua independência. O desgaste político provocado pela guerra, aliado à insatisfação com as péssimas condições de vida da maioria da população portuguesa e com a ausência de liberdades democráticas, erodiu a disciplina na Forças Armadas e conduziu à formação de um núcleo conspirativo formado, em sua maioria, por capitães, o Movimento das Forças Armadas (MFA). No mesmo dia 25 de abril, e apesar das recomendações em contrário do MFA, o povo foi às ruas e deu início à revolução que conquistaria a democracia e poria em causa a propriedade privada dos meios de produção. Esta cronologia poderá ser lida em sua totalidade no livro 50 anos de Abril – Um debate sobre reforma e revolução em Portugal, editado por Em Luta.

Partido

Em Luta lança livro : “50 anos de abril: um debate sobre reforma ou revolução em Portugal”

Nos 50 anos do 25 de abril, lançamos um livro que é produto de um trabalho militante de elaboração política e programática coletiva do Em Luta. Ela teve como ponto de partida a obra do revolucionário Nahuel Moreno Revolução e contrarrevolução em Portugal, escrita no verão de 1975, como parte das polémicas entre a esquerda trotskista da época. Recuperando as suas principais leituras políticas para os dias de hoje, quisemos, todavia, ir além desta obra.

A NOSSA CLASSE Internacional Nacional

A UE, o neoliberalismo e a falta de alternativa dentro do capitalismo | É preciso um novo projeto de país!

Em 1987, deu-se início ao “Ato Único” para estabelecer o Mercado Único Europeu, promovendo a total liberdade de movimento de capital, com maior facilidade para se locomover do que as pessoas. Para uma nova fase de acumulação capitalista, era necessário destruir o estado de bem-estar social conquistado pela classe trabalhadora.