O comboio de tempestades e a crise climática
O cenário de caos e devastação que nos habituamos a ver nos ecrãs e em lugares longínquos está agora entre nós. Casas destruídas, centenas de pessoas desalojadas, empresas e indústrias arrasadas, campos de agricultura e florestas devastados, milhares de pessoas sem água, luz e internet por mais de 15 dias, e agora por fim cheias de grandes dimensões em várias regiões do país. Até ao momento da redação deste texto havia 16 mortos a lamentar. E antes de mais queremos solidarizar-nos com todos os afetados por esta intempérie, especialmente aqueles que perderam familiares e amigos
Votar contra Ventura e preparar a retomada da luta nas ruas
Segunda volta das presidenciais…
E agora?
Eleições presidenciais num regime em frangalhos
Um convite à reflexão por uma alternativa revolucionária à esquerda
Mamdani conquista uma vitória expressiva na cidade de Nova York
A eleição de Mamdani reflete a luta de classes e a necessidade de uma verdadeira representação operária
Depois das eleições construir a greve geral contra os ataques do governo Montenegro
Como dizíamos na nota pública sobre as eleições autárquicas, este processo não se traduziu num momento de estabilização do país. As crises políticas à espreita continuam como antes a ser o pano de fundo. No entanto, é inegável um fortalecimento político do governo, com a reconquista da Associação de Municípios e a vitória nas duas maiores cidades do país, Lisboa e Porto. Há que espremer os resultados e retirar as conclusões que nos preparem para o combate que aí vem.
Combater o projeto da cidade para os ricos
As eleições autárquicas, dentro de uns dias, serão mais um momento da crise política que vive o país. Atravessado por um mundo em desordem, o equilíbrio de forças herdado do desvio da revolução – marcada pelo 25 de novembro -, não é mais capaz de garantir estabilidade. As lutas da juventude e dos trabalhadores serão determinantes para o desenlace desta instabilidade que se vive por todo o país.
Fim das demolições sem alternativa! Proibição dos despejos, já! Todo o apoio aos moradores do Talude!
Nas últimas semanas, a Câmara Municipal de Loures, sob o executivo de Ricardo Leão, do PS, efetuou a demolição de dezenas de casas autoconstruídas no Talude Militar. Segundo a imprensa, pelo menos 55 famílias tiveram as suas casas demolidas sem alternativa habitacional.

