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Contra qualquer ataque aos direitos na Constituição! É preciso uma nova Revolução!
Aos 50 anos do seu nascimento da Constituição, a direita e a extrema-direita cogitam juntar-se para mudá-la. Do outro lado, PS e principalmente PCP defendem com unhas e dentes o texto fundacional do regime atual. O que fazer? Que Constituição é esta? Devemos defendê-la, ou superá-la? Ao debate…
25 de Abril de 1974: das origens do Golpe militar a uma revolução operária em Portugal
A incapacidade de ganhar a guerra colonial no terreno abriu brechas profundas no exército, estando na origem do Movimento dos Capitães (depois MFA). A este processo juntou-se a crescente oposição interna ao regime, expressa nas lutas estudantis e operárias nos anos 60 e 70. Foi este o contexto da revolução portuguesa.
Jornadas anti-imperialistas da LIT-Qi: lutar para enterrar o velho mundo!
O mundo inteiro atravessa uma conjuntura política convulsa que se agrava a cada momento. As agressões imperialistas estão na ordem do dia: desde os ataques de Trump à Venezuela, ao Irão ou ao Líbano, as ameaças de agressão a Cuba, o genocídio na Palestina perpetrado por Israel, ou a agressão imperialista da Rússia na Ucrânia, que já dura há mais de quatro anos.
A fatura da guerra: quem paga e quem lucra com o ataque ao Irão?
A covarde agressão ao Irão, iniciada no passado dia 28 de Fevereiro, para alimentar a sanha expansionista e imperialista de Trump e Netanyahu teve como suas primeiras e fundamentais vítimas o povo Iraniano que já lamenta até agora mais de 1.800 mortes, entre elas centenas de crianças. E, antes de mais, começamos este artigo por repudiar este bárbaro ataque imperialista-sionista e nos solidarizar com o povo Iraniano que para além de ter que lutar contra a teocracia que o oprime agora tem que se defender de dois inimigos externos.
O comboio de tempestades e a crise climática
O cenário de caos e devastação que nos habituamos a ver nos ecrãs e em lugares longínquos está agora entre nós. Casas destruídas, centenas de pessoas desalojadas, empresas e indústrias arrasadas, campos de agricultura e florestas devastados, milhares de pessoas sem água, luz e internet por mais de 15 dias, e agora por fim cheias de grandes dimensões em várias regiões do país. Até ao momento da redação deste texto havia 16 mortos a lamentar. E antes de mais queremos solidarizar-nos com todos os afetados por esta intempérie, especialmente aqueles que perderam familiares e amigos
Votar contra Ventura e preparar a retomada da luta nas ruas
Segunda volta das presidenciais…
E agora?
Eleições presidenciais num regime em frangalhos
Um convite à reflexão por uma alternativa revolucionária à esquerda
