Internacional

Exército de Israel executa repórter palestina com tiro na cabeça

A jornalista da emissora Al Jazeera, Shireen Abu Akleh, uma veterana repórter palestina-americana de 53 anos, foi assassinada nesta quarta-feira, 11, com um tiro na cabeça, enquanto cobria uma operação militar israelense na cidade de Jenin, na Cisjordânia. Ela vestia colete com identificação de imprensa e foi alvejada por um franco atirador. Levada ao hospital, Abu Akleh não resistiu aos ferimentos.

Internacional

Macron reeleito – E agora?

As eleições presidenciais acabam de ser realizadas na França, em 10 e 24 de abril[1]. Como nas eleições de 2017, o segundo turno colocou o presidente em exercício, Emmanuel Macron, contra Marine Le Pen. Um duelo para o qual as pesquisas e a mídia nos preparavam há semanas. Um duelo entre um presidente de direita (ainda que ele se recuse a se apresentar como tal, preferindo se chamar de “progressista”) e sua rival da extrema direita (ainda que este termo seja rejeitado por ela, e que sua campanha tenha sido muito focada em questões sociais, em particular na questão do poder de compra). Um primeiro turno que mais uma vez derrubou tudo o que, em um vasto e bastante confuso pot-pourri, está classificado como de esquerda na política francesa. E o candidato favorito da burguesia e sua mídia, Macron, foi reeleito.

A NOSSA CLASSE SETOR AUTOMÓVEL

Negociações na VW Autoeuropa: Uma CT para mediar interesses opostos ou para lutar por quem trabalha?

Os trabalhadores da Volkswagen Autoeuropa chegaram recentemente a acordo com a empresa. Relacionar todo este processo de negociações com a situação internacional, em particular no setor automóvel, é uma tarefa fundamental para os trabalhadores e as suas organizações anteciparem o futuro e munirem-se das ferramentas necessárias para o enfrentar.

Internacional

Basta da hipocrisia e do racismo da Europa Fortaleza!

Estima-se que a invasão da Ucrânia pela Rússia a 25 de fevereiro já gerou mais de 4 milhões de refugiados. São inúmeros trabalhadores e trabalhadoras, mulheres, idosos e crianças que se viram obrigados a deixar as suas casas e o seu país porque o Estado russo, que historicamente oprime o povo ucraniano, motivado pelos seus interesses económicos, invadiu a Ucrânia, violando o direito à autodeterminação do povo ucraniano.