A NOSSA CLASSE AVIAÇÃO

A INSOLVÊNCIA NUNCA FOI A SOLUÇÃO. RESTA AOS TRABALHADORES LUTAR E EXIGIR DO GOVERNO TRABALHO E SALÁRIOS!

A insolvência da Groundforce foi requerida pela TAP. Solicitação no mínimo bizarra, por a companhia aérea ser ela própria também dona da empresa e por ter à sua disposição dinheiro injetado pelo Governo que poderia garantir facilmente a solução para a Groundforce com o retorno desta à esfera do Estado.

A NOSSA CLASSE AVIAÇÃO

Abaixo a insolvência! Frente ao Governo e a Casimiro, lutar pelos postos de trabalho, pela nacionalização da Groundforce e pelo conjunto do grupo TAP!

O Juízo do Comércio do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa confirmou a instauração da insolvência requerida pela TAP. Ao longo deste ano, temos ouvido várias declarações dos mais variados players ao serviço do sistema burguês a desvalorizarem o impacto de uma eventual insolvência para a empresa e para quem a construiu: os trabalhadores, tudo no sentido de evitar que se repitam greves como a de 17 e 18 de Julho, onde a luta dos trabalhadores demonstrou a centralidade e o peso do serviço do handling.

A NOSSA CLASSE AVIAÇÃO

A insolvência da Groundforce (GF) não é solução! Nacionalização TAP e GF para garantir empregos, salários e direitos!

Depois dos atrasos no pagamento dos salários, os trabalhadores da Groundforce são confrontados com o pedido de insolvência da empresa por parte da TAP. Perante a instabilidade na empresa, alguns trabalhadores veem com esperança esta solução. Mas esta saída não serve os trabalhadores e põe em risco não apenas salários, mas emprego e direitos.

A NOSSA CLASSE AVIAÇÃO

Groundforce: a solução do Governo e acionista privado não protege os trabalhadores! A luta tem de continuar!

O mês de março tem sido marcado pelas mobilizações a nível nacional dos trabalhadores da Groundforce contra o atraso no pagamento dos salários e pela defesa dos postos de trabalho. No dia 18 de março, a TAP/Governo e o acionista privado Pasogal, representado pelo administrador António Casimiro, chegaram a um acordo que permitirá pagar os salários em atraso, mas que não resolve os problemas dos trabalhadores.