Especial Ucrânia

Basta da hipocrisia e do racismo da Europa Fortaleza!

Estima-se que a invasão da Ucrânia pela Rússia a 25 de fevereiro já gerou mais de 4 milhões de refugiados. São inúmeros trabalhadores e trabalhadoras, mulheres, idosos e crianças que se viram obrigados a deixar as suas casas e o seu país porque o Estado russo, que historicamente oprime o povo ucraniano, motivado pelos seus interesses económicos, invadiu a Ucrânia, violando o direito à autodeterminação do povo ucraniano.

Ucrânia e Rússia: Sobre fascismos e fascismos

Uma das “justificativas” de Putin para a agressão contra a Ucrânia é a de que seu governo seria fascista ou nazista. Esta acusação é repetida à exaustão por parte da esquerda, principalmente stalinista.

Não cabe uma posição neutra diante da guerra de agressão contra a Ucrânia

Ou se está com Putin ou com a resistência!
Somente apoiando a resistência ucraniana é possível combater a OTAN, os EUA e a UE!
A guerra desencadeada após a invasão russa, como acontece em todas as guerras, dá origem a julgamentos e posições mais díspares e divide às sociedades, incluindo aqueles que conhecemos como esquerda e defensores da paz.

Armas para a resistência ucraniana!

Os últimos acontecimentos reafirmam que estamos na decadência da época imperialista. Lenin previu que esta seria uma época de catástrofes e conflitos, guerras e revoluções. Depois de uma pandemia que causou milhões de mortos, com conflitos sociais e militares em grande parte do globo, aumento da crise econômica, com o consequente crescimento da fome e da miséria da maioria da população do planeta.

A Ucrânia resiste a Putin

Aquilo que Putin esperava que fosse pouco mais que um passeio, está se complicando muito para as tropas russas, que invadiram a Ucrânia em 24 de fevereiro passado. Longe de serem vistos e tratados como “libertadores”, como a propaganda de Moscou anunciava, os russos estão recebendo uma forte resistência por parte do exército e das milícias de civis ucranianos. Em meio ao sofrimento e destruição, as imagens mostram como os ucranianos organizam a defesa: recebem armas, treinam, cavam trincheiras, produzem coquetéis molotov…[1]

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