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Só a classe trabalhadora pode dar um rumo a este país

O país encontra-se numa encruzilhada, emparedado entre os ataques do governo de maioria absoluta de Costa, sustentados por Marcelo e uma direita e extrema-direita agressivas e em crescimento. Nenhuma destas alternativas responde às necessidades da população trabalhadora, aos mais explorados e oprimidos. Também não será uma nova Geringonça que nos poderá “salvar”, pois já vimos que tentar juntar patrões e trabalhadores, deixa apenas os primeiros a ganhar.

O país encontra-se numa encruzilhada, emparedado entre os ataques do governo de maioria absoluta de Costa, sustentados por Marcelo e uma direita e extrema-direita agressivas e em crescimento. Nenhuma destas alternativas responde às necessidades da população trabalhadora, aos mais explorados e oprimidos. Também não será uma nova Geringonça que nos poderá “salvar”, pois já vimos que tentar juntar patrões e trabalhadores, deixa apenas os primeiros a ganhar.

Por isso, é preciso construir uma greve geral que imponha um aumento geral de salários contra a inflação dos últimos anos e que controle os preços, contra a especulação das grandes superfícies.  Uma greve geral que reverta a destruição do SNS, imponha o seu financiamento digno e uma dignificação das carreiras e condições de trabalho dos profissionais da saúde, para garantir serviços com qualidade. Que reponha o tempo de serviço roubado aos professores, acabe com a precariedade e as imposições do governo Costa nos concursos, que ainda as agravam mais. Uma greve geral que enfrente as políticas de habitação para os ricos, reduza os preços da habitação e garanta o fim dos despejos. Uma greve geral que coloque na ordem do dia a diminuição do horário de trabalho, sem perda de salário, para uma verdadeira conciliação entre trabalho e família/vida social e a preservação da saúde dos trabalhadores. Uma greve geral que acabe com a farra dos bancos e os seus lucros milionários às custas dos juros inflacionários, que o governo do PS/António Costa sempre deixou impune. Que coloque na ordem do dia a “Europa dos trabalhadores e dos povos”, rompendo com a Europa do Capital que é a UE/euro, que hoje bloqueia qualquer projeto de uma economia sustentável economia, social e ambientalmente para a maioria da população.

Só da resistência unificada classe trabalhadora e das suas lutas de forma independente da burguesia poderá derrotar o governo de Costa e construir a mudança. Só um verdadeiro governo dos trabalhadores, assente nos seus organismos e não nas instituições da burguesia, pode dar um novo rumo para este país!

Em Luta

Lê o N.º 11 do Em Luta na íntegra em https://emluta.net/wp-content/uploads/2023/06/el-42.jpg?w=377&zoom=2