Internacional

França e as eleições europeias. Perigo iminente!

Durante meses, as sondagens anunciaram uma pontuação muito elevada para a Agrupação Nacional (RN) e uma derrota significativa para a chamada “Macronie” nas eleições europeias. A RN tem as suas raízes na antiga tradição racista e fascista francesa agrupada na Frente Nacional. Isto o torna um defensor dos princípios do imperialismo e do colonialismo francês.

Internacional

A Europa fortaleza, o neoliberalismo e a extrema-direita.  Que conclusões retirar das eleições europeias?

Muito se tem falado sobre o resultado das eleições europeias. Que conclusões retirar de uma eleição onde ganha a direita e a extrema-direita cresce em vários países e no próprio parlamento? Vale lembrar que desde as últimas eleições, em 2019, muita coisa se passou na Europa: a pandemia, a guerra na Ucrânia, a volta da inflação e o continente pressionado pelo acentuar da crise da ordem mundial.

A NOSSA CLASSE SETOR AUTOMÓVEL

«Se os trabalhadores não tomam a dianteira com outro tipo de propostas, o campo para o negacionismo será muito maior.»

Entrevista a João Reis, trabalhador e sindicalista da Autoeuropa.

Dirigente do STASA e membro da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa, João Reis fala à revista Ebulição sobre a indústria automóvel e o seu futuro. Entre os desafios de uma transição justa liderada pelos trabalhadores e a ameaça de uma falsa transição justa com perdas reais para os trabalhadores, o sindicalista aponta os atrasos da indústria automóvel e um futuro possível para a transformação da indústria.

Internacional

Na União Europeia o € é quem mais ordena!

No próximo dia 9 de junho realizam-se as eleições europeias e o Governo e os outros partidos estão todos em campanha, mas claramente ignorando a realidade política da UE. Calam sobre a convivência da UE com o genocídio em Gaza, são coniventes com as medidas de perseguição aos imigrantes e esquecem-se de que os maiores problemas do país hoje, como a subida do custo de vida, a precariedade e os baixos salários, estão diretamente ligados com as medidas da UE. Por isso, fica a dúvida: para que Europa estamos verdadeiramente a votar?

Internacional

Eleições europeias 2024: Uma saída socialista e revolucionária ante a Europa do capital

As eleições para o Parlamento Europeu vão acontecer entre 6 e 9 de junho. Vêm marcadas pela ascensão da extrema-direita e pela viragem geral dos governos para o rearmamento e o militarismo; pelo racismo institucional e a xenofobia; pelos ataques às liberdades e pela retomada da ofensiva contra os direitos sociais e trabalhistas. Ocorrem em meio ao genocídio sionista em Gaza e ao terrorismo de colonos e soldados na Cisjordânia, e diante do avanço da ofensiva imperialista russa contra a Ucrânia.

Internacional

Manifesto de Primeiro de Maio

A classe trabalhadora enfrenta importantes desafios em todo o mundo. Guerras imperialistas, desemprego e a carestia, os ataques neoliberais aos direitos trabalhistas, à saúde e à educação, a opressão machista, racista, LGBTfóbica e xenófoba, além da destruição do meio ambiente.

Nacional

50 anos de Abril: em luta por uma nova revolução

A 25 de Abril de 1974 começava a revolução em Portugal. O que era para ser um golpe de Estado, virou uma forte revolução com o povo na rua a impor mudanças estruturais no país. Passados 50 anos, vivemos uma forte crise política e social, com a ameaça do retorno das forças reacionárias do passado. O que se passou no país que nos trouxe a este desfecho?

A NOSSA CLASSE Nacional

Os cravos eram vermelhos: uma cronologia da revolução portuguesa

O golpe militar que deu origem à Revolução dos Cravos, em 25 de abril de 1974, começou em África, quando os povos de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, então colónias portuguesas, insurgiram-se e pegaram em armas para conquistar a sua independência. O desgaste político provocado pela guerra, aliado à insatisfação com as péssimas condições de vida da maioria da população portuguesa e com a ausência de liberdades democráticas, erodiu a disciplina na Forças Armadas e conduziu à formação de um núcleo conspirativo formado, em sua maioria, por capitães, o Movimento das Forças Armadas (MFA). No mesmo dia 25 de abril, e apesar das recomendações em contrário do MFA, o povo foi às ruas e deu início à revolução que conquistaria a democracia e poria em causa a propriedade privada dos meios de produção. Esta cronologia poderá ser lida em sua totalidade no livro 50 anos de Abril – Um debate sobre reforma e revolução em Portugal, editado por Em Luta.