Gaza: um genocídio que já dura há quase 300 dias
Há manifestações gigantescas e diárias em todo o mundo contra o genocídio israelita em Gaza, mas a maioria dos governos preferem guiar-se pela lealdade genocida a Israel e aos EUA.
Há manifestações gigantescas e diárias em todo o mundo contra o genocídio israelita em Gaza, mas a maioria dos governos preferem guiar-se pela lealdade genocida a Israel e aos EUA.
Em três meses o governo de Montenegro tem-se dedicado a implementar rápidas reformas ao serviço dos interesses dos capitalistas, piscando o olho ora ao Chega, ora ao PS.
Durante meses, as sondagens anunciaram uma pontuação muito elevada para a Agrupação Nacional (RN) e uma derrota significativa para a chamada “Macronie” nas eleições europeias. A RN tem as suas raízes na antiga tradição racista e fascista francesa agrupada na Frente Nacional. Isto o torna um defensor dos princípios do imperialismo e do colonialismo francês.
Muito se tem falado sobre o resultado das eleições europeias. Que conclusões retirar de uma eleição onde ganha a direita e a extrema-direita cresce em vários países e no próprio parlamento? Vale lembrar que desde as últimas eleições, em 2019, muita coisa se passou na Europa: a pandemia, a guerra na Ucrânia, a volta da inflação e o continente pressionado pelo acentuar da crise da ordem mundial.
Entrevista a João Reis, trabalhador e sindicalista da Autoeuropa.
Dirigente do STASA e membro da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa, João Reis fala à revista Ebulição sobre a indústria automóvel e o seu futuro. Entre os desafios de uma transição justa liderada pelos trabalhadores e a ameaça de uma falsa transição justa com perdas reais para os trabalhadores, o sindicalista aponta os atrasos da indústria automóvel e um futuro possível para a transformação da indústria.
No próximo dia 9 de junho realizam-se as eleições europeias e o Governo e os outros partidos estão todos em campanha, mas claramente ignorando a realidade política da UE. Calam sobre a convivência da UE com o genocídio em Gaza, são coniventes com as medidas de perseguição aos imigrantes e esquecem-se de que os maiores problemas do país hoje, como a subida do custo de vida, a precariedade e os baixos salários, estão diretamente ligados com as medidas da UE. Por isso, fica a dúvida: para que Europa estamos verdadeiramente a votar?
As eleições para o Parlamento Europeu vão acontecer entre 6 e 9 de junho. Vêm marcadas pela ascensão da extrema-direita e pela viragem geral dos governos para o rearmamento e o militarismo; pelo racismo institucional e a xenofobia; pelos ataques às liberdades e pela retomada da ofensiva contra os direitos sociais e trabalhistas. Ocorrem em meio ao genocídio sionista em Gaza e ao terrorismo de colonos e soldados na Cisjordânia, e diante do avanço da ofensiva imperialista russa contra a Ucrânia.
A classe trabalhadora enfrenta importantes desafios em todo o mundo. Guerras imperialistas, desemprego e a carestia, os ataques neoliberais aos direitos trabalhistas, à saúde e à educação, a opressão machista, racista, LGBTfóbica e xenófoba, além da destruição do meio ambiente.