Internacional Nacional

Os brasileiros nada têm a ganhar com o crescimento do Chega em Portugal

A notícia do primeiro deputado brasileiro eleito para o parlamento português teve impacto, não só em Portugal, mas também no Brasil. Marcus Santos, homem negro de 45 anos, foi eleito pelo Chega pelo círculo do Porto. Sendo a comunidade brasileira a maior entre os imigrantes em Portugal, o que ganham estes imigrantes com o crescimento do Chega? Afirmamos, desde já, que nada têm a ganhar e muito têm a perder.

Nacional

Nos 50 anos de Abril, a democracia dos ricos mostra os seus limites

O resultado das eleições deste domingo deixa o país numa encruzilhada. A curta vitória da AD, herdeira de Passos-Coelho, sobre o PS após a queda da maioria absoluta de António Costa coloca os cenários de um novo governo sob uma nebulosa. Uma maioria parlamentar só pode surgir com a entrada do Chega no governo, ou pelo menos no acordo de governação, ou então com o PS a viabilizar o governo da AD, inflando ainda mais o Chega.

Opinião

Opinião: Que futuro para o movimento por justiça climática?

Recentemente, a Climáximo e a Greve Climática Estudantil promoveram várias ações com o intuito de dar visibilidade à questão climática, que em termos gerais, tem sido omissa na campanha eleitoral, embora seja ocasionalmente levantada pelo PAN, pelo Livre e pelo Bloco de Esquerda. As ações realizadas, foram desde colar cartazes em cima dos outdoors de todos os partidos, com a frase “Com o teu voto garantimos o colapso climático”, a atirar tinta ao Montenegro, bem como a irromper pelo debate dos partidos com assento parlamentar. Não é novidade este tipo de acções disruptivas feitas pela Climáximo e pela Greve Climática Estudantil, mas acho que é importante pararmos para pensar sobre o timing e o tipo de acção.