As 5 mentiras de André Ventura e o crescimento do Chega. Combater a extrema-Direita, com uma alternativa da classe trabalhadora independente do PS!
A ascensão vertiginosa da extrema-direita é um dos elementos mais preocupantes da atual situação política, não apenas em Portugal. Ainda que não seja um fenómeno exclusivo de nosso país, é crucial discutir suas especificidades locais e o conteúdo de seu programa.
De crise em crise, a democracia dos ricos mostra cada vez mais os seus limites
Após a revolução portuguesa, que derrotou o Fascismo e conquistou importantes direitos económicos e democráticos para a classe trabalhadora e o povo pobre, construiu-se um regime parlamentarista plasmado na constituição. Esse regime, longe de ser o regime da classe trabalhadora e por estar assente no sistema capitalista, é o sistema dos ricos e poderosos.
Opinião: Que futuro para o movimento por justiça climática?
Recentemente, a Climáximo e a Greve Climática Estudantil promoveram várias ações com o intuito de dar visibilidade à questão climática, que em termos gerais, tem sido omissa na campanha eleitoral, embora seja ocasionalmente levantada pelo PAN, pelo Livre e pelo Bloco de Esquerda. As ações realizadas, foram desde colar cartazes em cima dos outdoors de todos os partidos, com a frase “Com o teu voto garantimos o colapso climático”, a atirar tinta ao Montenegro, bem como a irromper pelo debate dos partidos com assento parlamentar. Não é novidade este tipo de acções disruptivas feitas pela Climáximo e pela Greve Climática Estudantil, mas acho que é importante pararmos para pensar sobre o timing e o tipo de acção.
A revolta agrária na Europa, expressão da crise da UE. Qual é a saída?
A rebelião dos agricultores e pecuaristas alcançou o conjunto dos países da União Europeia – UE. Revela um descontentamento muito profundo com a UE e seus governos e afeta um dos pilares históricos da estabilidade europeia. É por isso que provocou uma convulsão nas sociedades europeias.
A Ucrânia diante da invasão russa: atacada por um imperialismo e chantageada por outros
Tal como definimos desde o início, a Ucrânia está travando uma guerra de libertação nacional partindo de sua condição de país semicolonial. Por isso objetivamente enfrenta todos os imperialismos e ao sistema capitalista como um todo. E as massas ucranianas – especialmente a classe operária – se chocam cada vez mais com a sua direção política e militar burguesa, pró-imperialista e pró-sionista, que também serve aos interesses dos vários clãs de oligarcas locais. Dois anos após o início da guerra de resistência à invasão e ocupação, as classes exploradas vivem uma experiência dolorosa e enfrentam o grande desafio de superar as falsas ilusões no apoio do “Ocidente” e avançar para a revolução social, embora o significado de “socialismo” para a maioria dos que resistem ao invasor está envenenado pela memória do stalinismo, que degenerou e finalmente derrubou a URSS e que novamente traiu através dos partidos herdeiros do PCUS, como o PCU, PSPU e outros satélites., que em 2014 apoiaram a anexação russa da Crimeia ou atuaram como agentes da invasão e divisão do Donbass. Em suma, a guerra da Rússia contra a Ucrânia já dura 10 anos.
Massivas manifestações contra a direita na Alemanha
Durante o fim de semana de 20 e 21 de janeiro ocorreram concentrações em massa contra a direita em muitas cidades da Alemanha. Em Bremen estima-se a participação de cerca de 45.000 pessoas, em Hannover cerca de 35.000 e números semelhantes em várias cidades mais, como Berlim ou Hamburgo.
Israel mata e prende jornalistas para impedir a divulgação do genocídio em Gaza
Em 25 de janeiro de 2024, o Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) revelou que pelo menos 83 jornalistas e trabalhadores da media estavam entre os mais de 25 mil mortos por Israel em Gaza e na Cisjordânia desde o 7 de outubro de 2023. Israel é agora também o sexto pior carcereiro de jornalistas, empatado com o Irão.
