Agressão imperialista ao Iémen pode levar à guerra na região
Nas últimas semanas foram várias as agressões imperialistas contra os povos árabes e da região do SWANA[1]
Nas últimas semanas foram várias as agressões imperialistas contra os povos árabes e da região do SWANA[1]
É desta forma que os habitantes de Gaza descrevem o que estão a passar. O bombardeio sem trégua de Israel destrói hospitais, escolas, edifícios residenciais, campos de refugiados e vidas, muitas vidas. Já são mais de 22 mil pessoas mortas desde 7 de outubro. Um total de 57.910 ficaram feridas, em sua maioria mulheres e crianças. Cerca de 7 mil estão desaparecidos, presumivelmente mortos sob os escombros.
O Novo Pacto europeu de imigração e asilo (PEMA) da União Europeia (UE), que, a partir de agora, será vinculativo para os Estados membros, é uma reforma integral de sua política comum migratória, que prevê um sistema permanente de ‘solidariedade obrigatória’ para assegurar que a carga da pressão migratória seja compartilhada entre os 27 países. Com certeza, não estamos falando da solidariedade com as pessoas migrantes que fogem para a Europa fugindo da guerra, da miséria ou das catástrofes climáticas provocadas pelas políticas da UE e dos países imperialistas, mas da solidariedade entre os governos europeus com um objetivo comum: continuar construindo a Europa fortaleza com critérios classistas e racistas, dividindo as pessoas migrantes segundo sua cor, lugar de origem e condição socioeconômica.
Quem ouviu o discurso do até então líder parlamentar do Partido Socialista (PS) sobre a situação económica dos portugueses, no encerramento do debate sobre o Orçamento do Estado para 2024, só pôde pensar duas coisas: ou o homem enlouqueceu ou considera-nos muito trouxas.
O genocídio de Israel segue com a invasão terrestre da Faixa e da cidade de Gaza. O avanço nas comunicações traz a brutalidade das práticas nazifascistas instantaneamente para o mundo.
A nosso ver, o OE para 2024 – embrulhado agora na crise política aberta nas “alturas” provocada pela demissão de António Costa – é um reflexo – mais um… – da decadência social e económica do país e da subserviência da burguesia e elites governantes perante os ditames do capital internacional e suas organizações como o BCE e a UE.
Carlos Moedas, Presidente da Câmara de Lisboa, anunciou que a autarquia irá comemorar o 25 de Novembro de 1975, em nome da defesa da democracia. Mas afinal qual o significado desta data?