A NOSSA CLASSE Internacional

Estado espanhol: Mais pessoas a trabalhar, e mais pobres do que antes

A 23 de dezembro, o governo de coligação do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) e de Unidas Podemos, sindicatos e empresários chegaram a um acordo para modificar a Reforma Trabalhista de 2012. Naquele dia, após vários meses de negociações, chegou-se a um acordo, descrito como “histórico” pela Primeira e Segunda vice-presidentes do Governo, Nadia Calviño e Yolanda Díaz, para reformar o mercado de trabalho espanhol.

Internacional

Com a crise na ordem do dia, mostra-se o esgotamento do capitalismo e a necessidade de lutar pelo socialismo!

P’ra mentira ser segura, / E atingir profundidade, / Tem que trazer à mistura, /Qualquer coisa de verdade… (António Aleixo, poeta popular português, 1899-1849). Fosse António Aleixo hoje vivo, e muito provavelmente reconheceria a sua estrofe na propaganda justificativa da burguesia mundial e dos seus governos para os seus ataques bárbaros às já pauperizadas condições de vida da generalidade dos povos e da classe trabalhadora.

Internacional

Rainha Isabel II: ao serviço do capitalismo e do colonialismo

A morte da rainha Isabel II, aos 96 anos e 70 anos depois da sua subida ao trono, foi acolhida por amplos setores da sociedade britânica com comoção e tristeza. A cobertura mediática globalizada das cerimónias fúnebres terá sugerido aos espetadores fora das fronteiras do Reino Unido uma sensação de pertença à comunidade dos súbditos de sua majestade. Todavia, para os trabalhadores e para os povos de todo o mundo fora, a herança do seu reinado é outra…

A NOSSA CLASSE Internacional

Primeiras impressões do 2.º comboio de ajuda internacional de trabalhadores à resistência ucraniana

O nosso camarada Alfredo do Estado Espanhol, líder do sindicato Co.Bas em Madrid e militante da Corriente Roja, fez parte do segundo comboio de ajuda internacional de trabalhadores à resistência ucraniana, que tem estado na região ucraniana de Kryvyi Rih nestes dias, transferindo apoio moral e político à resistência dos trabalhadores contra a invasão militar de Putin. Publicamos hoje algumas primeiras considerações desta experiência sob a forma de uma crónica:

Internacional

Abaixo a “mobilização” forçada e os “referendos” de Putin. Redobrar o apoio à resistência ucraniana!

O avanço das tropas ucranianas na região de Kharkov pressupõe uma reviravolta importante na guerra de Putin: a ocupação rápida e “fácil” através das “forças especiais” e mercenários foi derrotada. A resposta de Putin: impor um falso referendo sob as botas e os fuzis das tropas ocupantes e decretar o recrutamento forçado na Rússia! É uma reação a esta derrota. Se, na Ucrânia, urge a tarefa de boicotar e obstruir a realização do falso referendo, não menos importante é redobrar o apoio militar à resistência ucraniana para que continue a ofensiva: Armas para a resistência ucraniana!

Internacional

Um novo governo antioperário está a ser preparado: vamos construir a oposição de classe!

As eleições para o parlamento burguês não reservaram muitas surpresas, confirmando substancialmente as pesquisas eleitorais, embora com algumas diferenças sobre as quais depois buscaremos dizer algo. A coligação de direita, impulsionada pelo resultado de Fratelli d’Italia [os Irmãos da Itália], obtém uma sólida maioria de cadeiras, para isso Giorgia Meloni será a responsável por formar um governo que, salvo surpresas que parecem muito improváveis, continuará a composição da coligação.(1)