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O 7 de outubro foi um ato de resistência
Wael Samer é palestiniano e está em Portugal há pouco tempo. Os seus pais e irmãos vivem na Cisjordânia, mas tem familiares em Gaza. Há poucos dias, recebeu a notícia de que alguns deles foram mortos pelos bombardeamentos de Israel. “Decidi que não vou ver os seus nomes porque… não tenho força.” É sobre a força da luta do seu povo o tema da nossa conversa.
O fim de um Governo que pôs o país à venda
Por que as vítimas palestinianas feitas por Israel não têm direito a um voto de pesar?
A Assembleia da República aprovou nesta quinta-feira, por unanimidade, o item n.º 1 de um voto de pesar intitulado “Por todas as vítimas resultantes dos ataques terroristas do Hamas contra Israel”. O primeiro ponto “condena de forma absoluta, imediata e inequívoca os ataques terroristas do Hamas em Israel no passado sábado, dia 7 de outubro, expressando o seu mais profundo pesar pelas vítimas destes ataques, em especial as crianças, e solidarizando-se com as famílias e amigos destas vítimas e com o povo israelita”.
Todo apoio à heroica resistência palestiniana!
O povo palestiniano protagonizou, na manhã deste sábado, 7 de outubro, um novo capítulo na sua brava resistência. O partido político Hamas lançou uma surpreendente ação coordenada, intitulada “Tempestade de Al-Aqsa”, nos arredores da faixa de Gaza.
As contas certas de Costa estão a dar cabo de nós
A farra dos bancos não pára! Casa é para viver, e não para lucrar!
Depois de pouco mais de sete meses do lançamento do programa Mais Habitação, o PS aprova sozinho no Parlamento um programa que serve, essencialmente, para garantir os lucros dos bancos e especuladores, os maiores beneficiados da atual crise da habitação em Portugal.
Depois da pandemia, o vírus do layoff continua. Dinheiro para as empresas, crise para os trabalhadores
Os trabalhadores da VW Autoeuropa e das empresas fornecedoras do Parque Industrial estão em regime de layoff devido a uma quebra na cadeia de fornecimento de motores. Centenas, contratados temporariamente, já foram despedidos. Tudo porque, segundo a VW Autoeuropa, o Grupo VW – um dos maiores da indústria automóvel – tem um único fornecedor para uma peça necessária à produção de grande parte dos motores utlizados pelos carros que saem de Palmela. Fornecedor esse que foi apanhado pelas chuvas e inundações que ocorreram na Eslovénia em agosto.
