20 anos do 11 de Setembro (11S)
Esta semana completam-se 20 anos do atentado contra as Torres Gémeas da cidade de Nova York. Examinaremos este facto e o seu significado, para depois analisarmos a sua relação com a situação atual no Afeganistão.
Esta semana completam-se 20 anos do atentado contra as Torres Gémeas da cidade de Nova York. Examinaremos este facto e o seu significado, para depois analisarmos a sua relação com a situação atual no Afeganistão.
Após meses de convocação, e contando com a utilização direta da estrutura do Estado, assim como a mobilização e o financiamento massivo de setores do agronegócio e demais setores burgueses que ainda o apoiam, Bolsonaro moveu uma parcela da sua cada vez mais reduzida base de apoio para as manifestações do 7 de setembro golpista. Como era esperado, as suas manifestações pró-ditadura concentraram-se na Esplanada dos Ministérios em Brasília, e na Avenida Paulista, em São Paulo.
No dia de ontem algumas centenas de jovens se dirigiram a Assembleia Nacional de Angola, em Luanda, onde a ditadura do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) tenta manter a fachada de um regime democrático.
Dia 7 de setembro será um dia de manifestações dos movimentos sociais, tradicionalmente sendo a data do Grito dos Excluídos e agora incorporado no calendário de luta da Campanha Fora Bolsonaro. De outro lado, os movimentos de direita por todo o país estão convocando caravanas para participar das manifestações em São Paulo e em Brasília. Essa convocatória está sendo endossada por Bolsonaro, que promete participar da manifestação em São Paulo.
O fracasso do projeto americano no Afeganistão ganha cores vivas nas cenas dramáticas no aeroporto de Cabul onde milhares de estrangeiros e afegãos se aglomeram para tentar sair do país desde o último dia 14.
Na manhã do sábado, 14 de agosto, as cidades de Petit Trou de Nippes, Cayes e Jérémie, no sudoeste do Haiti, foram os epicentros de um terremoto que atingiu magnitude 7,2 na Escala Richter, impactando ainda, mas com menor força, os territórios da República Dominicana (também na Ilha Hispaniola), da Jamaica e de Cuba, a quilómetros de distância. Entre o primeiro relatório da Agência de Proteção Civil do Haiti, expedido ontem (15/08), e o último, publicado no final da tarde deste domingo, houve um enorme salto no número de mortes: de 304 para 1.297. Além disso, há relatos de quase 3 mil pessoas hospitalizadas e milhares de desaparecidos e soterrados.
No domingo, dia 25 de julho, o presidente Qais Saied destituiu o governo do primeiro-ministro Hichem Mechichi, congelou o parlamento por 30 dias, proibiu reuniões com mais de 3 pessoas, decretou recolher obrigatório e colocou o exército nas ruas.
Cuba foi sacudida, neste domingo, 11, por uma onda de protestos populares. Nas ruas de Havana e em outras vinte cidades se expressou o esgotamento social. A fome, o desemprego, o desabastecimento, a incapacidade do sistema de saúde para controlar a pandemia e, como se não fosse o bastante, a repulsa à ditadura de uma oligarquia concentrada na alta cúpula do Partido Comunista de Cuba, o PCC, o único permitido no país, e das forças armadas. É isso o que está na base das manifestações.