A Padaria do Povo como instrumento do movimento operário no início do Sec XX
Reportagem com a participação de José Zaluar – Presidente da Cooperativa “A Padaria do Povo”
Reportagem com a participação de José Zaluar – Presidente da Cooperativa “A Padaria do Povo”
Hoje, 09/11, o bairro da Jamaica acordou em estado de sítio, cercado por largas dezenas de polícias de intervenção, munidos com capacetes, fatos à prova de bala e armas, e mais uma dezena de carrinhas à volta do bairro com ainda mais polícias. O motivo da operação policial era, sem nenhum aviso prévio, demolir cafés e estabelecimentos no bairro.
Os que defendem que a história da revolução russa demonstra o fracasso do socialismo têm de explicar como é que, em poucas décadas, um país deixa de ser um dos mais atrasados do mundo para ser uma grande potência.
Populações, câmaras municipais e ambientalistas são contrários à exploração do lítio, mas o Governo PS e o seu ministro do Ambiente insistem em permitir uma atividade que polui, destrói e empobrecerá o país.
No próximo dia 18 de dezembro completar-se-ão 5 anos após a conferência de fundação do Em Luta em 2016. Os meses anteriores àquela data foram de intenso debate no interior do MAS e na Liga Internacional dos Trabalhadores (LIT) e de maturação entre a nossa militância, com particular destaque para a reunião plenária de 21 de setembro daquele ano de 2016 que apontou para a separação e conferência de fundação de uma nova organização em Portugal, o Em Luta. Pretendemos neste artigo, ainda que de forma reduzida, expor e refletir sobre os fundamentos para a necessidade de construção de uma organização marxista revolucionária em Portugal no mundo e por fim apelar a que nos acompanhes nesta tarefa inadiável.
O recente chumbo do Orçamento do Estado (OE) mostra o impasse em que se encontra o nosso país depois de 6 anos de Geringonça e a incapacidade da burguesia, mas também da esquerda reformista de responder às necessidades da classe trabalhadora, da juventude e dos setores mais oprimidos da população.
Nos últimos dias, marcou a comunicação social a notícia de que o banqueiro João Rendeiro fugiu do país para não pagar a pena pelos crimes milionários. O caso contrasta terrivelmente com outra notícia que recebeu muito menos destaque: a morte do jovem são-tomense Danijoy Pontes no Estabelecimento Prisional de Lisboa.