Raça & Classe

Xenofobia explora, agride e mata em Portugal

O mês de fevereiro foi marcado por dois casos flagrantes de xenofobia e racismo em Portugal: em Olhão, quando um grupo de adolescentes foi filmado a agredir um imigrante nepalês, roubando-lhes os pertences, e na Mouraria, quando um incêndio vitimou dois migrantes do Bangladesh e feriu outros 14, num rés-do-chão onde viviam 22 pessoas (!).

ESPECIAIS Nacional

Especial Habitação: As responsabilidades do PS no estado da habitação em Portugal

O descaramento de António Costa parece não ter limites quando, em meio de uma crise brutal na habitação, escreve um artigo de opinião para o jornal Público a reafirmar as políticas de habitação do PS dos últimos 10 anos. Mas se o PS esteve à frente da Câmara de Lisboa durante 14 anos até 2021 e está no Governo nacional há 8 anos, o que nos trouxe até aqui?

Internacional

Declaração: Lições de um ano de guerra na Ucrânia. Só a classe operária pode conduzir à vitória

A Quarta Internacional deve compreender inequivocadamente a enorme importância da questão ucraniana não apenas no destino do Leste e Sudeste europeus mas da Europa em seu conjunto. Trata-se de um povo que demonstrou sua viabilidade, numericamente igual à população da França e que ocupa um território excepcionalmente rico e, ademais, da maior importância estratégica. A questão do destino da Ucrânia está levantada em todo seu alcance. Faz falta uma consigna nítida e e definida, que corresponda à nova situação. Em minha opinião, há na atualidade uma só consigna: Por uma Ucrânia Soviética de operários e camponeses, unida, livre e independente…

(León Trotsky, A Questão Ucraniana, 22 de abril de 1939)

Internacional

Sobre as consignas “Não à guerra” e “nenhum tanque para a Ucrânia”

A diferença entre as nações opressoras e oprimidas, é a primeira linha divisória levantada por Lênin para estabelecer a política dos revolucionários, por isso não nos causa surpresa que o partido reformista alemão Die Linke, desenvolva uma campanha na Alemanha com as consignas “Não à guerra” e “não ao envio de tanques para a Ucrânia”, nesta campanha desponta “Unidas Podemos” no Estado Espanhol, destas organizações não se poderia esperar nada diferente, em se tratando de organizações reformistas nos países imperialistas, são a perna esquerda de seu próprio imperialismo. Mas, o que chama a atenção é que organizações da Fração Trotskista (FT), tenham embarcado nesta campanha, especificamente seus grupos no Estado Espanhol e na Alemanha. Em que medida é possível ser neutro neste conflito sem jogar fora a linha divisória traçada por Lênin, que desde então é um guia para o programa dos revolucionários e mantida por Trotsky, no que diz respeito a uma guerra de agressão nacional? Esta nota estará dedicada fundamentalmente a este debate.

Internacional

Terramoto Turquia/Síria: Tragédia é agravada por governos déspotas

Os terramotos que causaram mais de 20 mil mortos na Turquia e na Síria não foram os únicos responsáveis pela tragédia ocorrida no dia 6 de fevereiro. Os governos desses dois países contribuíram para a agravar, chefiados, respetivamente, por Recep Tayyip Erdogan e Bashar Hafez al-Assad‎. Segundo a imprensa, o primeiro ordenou o bombardeamento do Curdistão sírio e o segundo fez o mesmo em regiões da Síria controladas pela oposição ao seu regime, poucas horas depois do terramoto.