Declaração: Lições de um ano de guerra na Ucrânia. Só a classe operária pode conduzir à vitória
A Quarta Internacional deve compreender inequivocadamente a enorme importância da questão ucraniana não apenas no destino do Leste e Sudeste europeus mas da Europa em seu conjunto. Trata-se de um povo que demonstrou sua viabilidade, numericamente igual à população da França e que ocupa um território excepcionalmente rico e, ademais, da maior importância estratégica. A questão do destino da Ucrânia está levantada em todo seu alcance. Faz falta uma consigna nítida e e definida, que corresponda à nova situação. Em minha opinião, há na atualidade uma só consigna: Por uma Ucrânia Soviética de operários e camponeses, unida, livre e independente…
(León Trotsky, A Questão Ucraniana, 22 de abril de 1939)
Sobre as consignas “Não à guerra” e “nenhum tanque para a Ucrânia”
A diferença entre as nações opressoras e oprimidas, é a primeira linha divisória levantada por Lênin para estabelecer a política dos revolucionários, por isso não nos causa surpresa que o partido reformista alemão Die Linke, desenvolva uma campanha na Alemanha com as consignas “Não à guerra” e “não ao envio de tanques para a Ucrânia”, nesta campanha desponta “Unidas Podemos” no Estado Espanhol, destas organizações não se poderia esperar nada diferente, em se tratando de organizações reformistas nos países imperialistas, são a perna esquerda de seu próprio imperialismo. Mas, o que chama a atenção é que organizações da Fração Trotskista (FT), tenham embarcado nesta campanha, especificamente seus grupos no Estado Espanhol e na Alemanha. Em que medida é possível ser neutro neste conflito sem jogar fora a linha divisória traçada por Lênin, que desde então é um guia para o programa dos revolucionários e mantida por Trotsky, no que diz respeito a uma guerra de agressão nacional? Esta nota estará dedicada fundamentalmente a este debate.
Terramoto Turquia/Síria: Tragédia é agravada por governos déspotas
Os terramotos que causaram mais de 20 mil mortos na Turquia e na Síria não foram os únicos responsáveis pela tragédia ocorrida no dia 6 de fevereiro. Os governos desses dois países contribuíram para a agravar, chefiados, respetivamente, por Recep Tayyip Erdogan e Bashar Hafez al-Assad. Segundo a imprensa, o primeiro ordenou o bombardeamento do Curdistão sírio e o segundo fez o mesmo em regiões da Síria controladas pela oposição ao seu regime, poucas horas depois do terramoto.
Emergência climática, qual a solução?
Novembro de 2022 foi marcado pela ação dos ativistas da greve climática estudantil. Ocuparam escolas e universidades para exigir medidas pela transição energética.
Mobilização histórica contra a reforma previdenciária na França: o que segue?
Com 1.120.000 manifestantes anunciados/as pelo Ministério do Interior, e mais de 2 milhões de acordo com a CGT, o primeiro dia de mobilização contra a nova reforma previdenciária, convocada pelas 8 centrais sindicais do país, foi muito forte, com manifestações em mais de 250 cidades. O novo projeto da Macron pretende fazer com que a idade legal (mínima) de aposentadoria passe de 62 para 64 anos e antecipar a extensão do período de contribuição para 43 anos (já decidido durante a reforma do governo Hollande), para 2027 ao invés de 2035. Muitos/as ativistas nunca tinham visto tanta gente nas ruas antes. Temos que voltar às mobilizações de 2006 contra o “Contrat Première Embauche”, ou mesmo às de 1995 contra a reforma previdenciária do governo Juppé, para encontrar elementos de comparação, dependendo da cidade. O feedback dos sindicatos anunciava um êxito, mas não nesta escala.
Construir a Europa dos povos contra a Europa do capital
No Em Luta e na organização internacional que construímos – a LIT-QI – estamos convencidos de que o estudo e a compreensão global dos vários acontecimentos e realidades à escala internacional são a melhor ajuda para a militância e intervenção nacional e local.
PS e Bloco Esquerda de mãos dadas com regime ditatorial na Guiné!
Foi realizado no dia 29 de janeiro a conferência internacional de Muadem (Madem-G15), Bissau, para assinalar o dia das mulheres Guineenses, devido ao assassinato da heroína Titina Sillá, por mãos do fascismo e colonialismo português.
