Entre dois fogos inimigos
A disputa pelo controlo da Ucrânia entre Rússia e Estados Unidos pode desencadear uma guerra de consequências imprevisíveis, apesar de todos afirmarem não o desejar.
A disputa pelo controlo da Ucrânia entre Rússia e Estados Unidos pode desencadear uma guerra de consequências imprevisíveis, apesar de todos afirmarem não o desejar.
A 12 de março de 2011, 300 mil pessoas ocupavam as ruas em Portugal. A batalha era para que a conta da crise económica não caísse sobre as costas dos trabalhadores e da juventude. A crise fez-se sentir com particular força em Portugal, a partir de 2011, e teve como consequência colocar a nu o lugar periférico e subordinado da economia portuguesa dentro da União Europeia.
No último dia 24 de janeiro, o jovem Moïse Mugenyi Kabagambe, de apenas 24 anos, foi brutalmente assassinado pelo seu chefe e capangas na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Moïse, refugiado congolês, trabalhava no quiosque Tropicália, e foi assassinado por nada mais do que cobrar o pagamento atrasado de duas diárias de trabalho
Mais uma vez a Ucrânia está no centro de um conflito internacional que pode abrir um conflito militar de grandes proporções para o proletariado do Leste europeu e de toda a Europa. Mais uma vez, a soberania ucraniana é manipulada em função dos interesses de dois bandos contrarrevolucionários: a Rússia de Putin e o imperialismo norte americano, sua OTAN e seus sócios europeus.
Se havia uma certeza que todos tinham para a noite eleitoral é que não haveria maiorias absolutas. Tudo o resto eram incertezas. No entanto, a maioria absoluta veio mesmo. O PS, que de socialista nada tem e que, junto com o PSD, representa os interesses dos patrões em Portugal, vai poder governar sem negociar.
Os últimos anos foram anos de ouro para a aviação civil em Portugal no que toca a recordes de passageiros e de carga aérea transportados. Mas aos trabalhadores do setor foram impostos sucessivos ataques, com pouca ou nenhuma resistência das suas organizações tradicionais, comprometidas com a Geringonça.
Quando fechávamos a edição do jornal Em Luta, ainda muitas dúvidas pairavam sobre a real situação política no país, sobre os desdobramentos dos protestos que o sacudiram desde o dia 2 de janeiro, e que foram duramente reprimidos pelo governo cazaque, com apoio do exército russo.