Pela derrota da invasão militar russa à Ucrânia!
Declaração LIT-QI sobre a invasão Russa da Ucrânia
Declaração LIT-QI sobre a invasão Russa da Ucrânia
Depois de 6 anos de Geringonça, as eleições de 30 de janeiro deram maioria absoluta ao PS para governar. O governo será novo, mas a receita será a mesma.
A disputa pelo controlo da Ucrânia entre Rússia e Estados Unidos pode desencadear uma guerra de consequências imprevisíveis, apesar de todos afirmarem não o desejar.
A 12 de março de 2011, 300 mil pessoas ocupavam as ruas em Portugal. A batalha era para que a conta da crise económica não caísse sobre as costas dos trabalhadores e da juventude. A crise fez-se sentir com particular força em Portugal, a partir de 2011, e teve como consequência colocar a nu o lugar periférico e subordinado da economia portuguesa dentro da União Europeia.
No último dia 24 de janeiro, o jovem Moïse Mugenyi Kabagambe, de apenas 24 anos, foi brutalmente assassinado pelo seu chefe e capangas na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Moïse, refugiado congolês, trabalhava no quiosque Tropicália, e foi assassinado por nada mais do que cobrar o pagamento atrasado de duas diárias de trabalho
Mais uma vez a Ucrânia está no centro de um conflito internacional que pode abrir um conflito militar de grandes proporções para o proletariado do Leste europeu e de toda a Europa. Mais uma vez, a soberania ucraniana é manipulada em função dos interesses de dois bandos contrarrevolucionários: a Rússia de Putin e o imperialismo norte americano, sua OTAN e seus sócios europeus.
Se havia uma certeza que todos tinham para a noite eleitoral é que não haveria maiorias absolutas. Tudo o resto eram incertezas. No entanto, a maioria absoluta veio mesmo. O PS, que de socialista nada tem e que, junto com o PSD, representa os interesses dos patrões em Portugal, vai poder governar sem negociar.