Jornal “O Negro”: um marco do antirracismo em Portugal
Está disponível para download a reedição de um jornal pioneiro no combate ao racismo em Portugal, editado pela primeira vez em 1911.
Está disponível para download a reedição de um jornal pioneiro no combate ao racismo em Portugal, editado pela primeira vez em 1911.
O que se pode dizer de um governo cujo primeiro-ministro afirma ter sido esta crise [pandémica] “o maior atestado de falhanço das visões neoliberais” e, ao mesmo tempo, planeia e executa despedimentos em massa e reduções salariais em empresas dependentes do estado, como a TAP e a Groundforce?
O mês de março tem sido marcado pelas mobilizações a nível nacional dos trabalhadores da Groundforce contra o atraso no pagamento dos salários e pela defesa dos postos de trabalho. No dia 18 de março, a TAP/Governo e o acionista privado Pasogal, representado pelo administrador António Casimiro, chegaram a um acordo que permitirá pagar os salários em atraso, mas que não resolve os problemas dos trabalhadores.
“O imperialismo, neste momento, está anunciando o futuro: o capitalismo com barbárie” , denunciávamos no ano passado face ao aumento do número crescente de mortes e aos ataques aos trabalhadores em plena pandemia. Muitos consideravam que o “ Programa de Emergência contra a pandemia e a crise económica” proposto pela LIT-QI era alarmista ou exagerado. Mas o estado atual das condições de existência da maioria do proletariado em todo o mundo, e particularmente nos países dominados, não deixa dúvidas: estamos diante de um genocídio!
O ministro Edson Fachin, antecipando-se a julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro, decidiu pela incompetência da 13.ª Vara de Curitiba em relação a processos e julgamentos referentes ao ex-presidente Lula (PT) a partir da Operação Lava Jato, decretando assim a nulidade de todas as suas condenações e julgamentos.
A cada 8 de março vamos às ruas para reivindicar a luta pelos direitos das mulheres. Em 2021, o dia internacional da mulher trabalhadora será muito diferente. A pandemia da COVID-19 já tem um ano e continua sem ser resolvida. As mais de 2.500.000 mortes no mundo e 113 milhões de pessoas infectadas (segundo cifras oficiais, embora estudos independentes indiquem o dobro ou mais), revelam um massacre sem final à vista.
Recentemente, vários factos trouxeram à tona o latente debate sobre a violência do passado racista e colonialista em Portugal.