É urgente discutir as tarefas do movimento antirracista em Portugal
Recentemente, vários factos trouxeram à tona o latente debate sobre a violência do passado racista e colonialista em Portugal.
Recentemente, vários factos trouxeram à tona o latente debate sobre a violência do passado racista e colonialista em Portugal.
No passado dia 8 de fevereiro, o Ministério das Infraestruturas e Habitação (MIH), que trata do dossier TAP, lançou uma nota para a comunicação social em que dava conta dos acordos de emergência alcançados na Companhia com os sindicatos. Foram 6 acordos de empresa com 15 sindicatos. Não se cansa o dito MIH na referida nota de se congratular com as assinaturas, realçando o “sentido de responsabilidade e de compromisso” e a “compreensão demonstrada” pelos sindicatos. Na mesma nota, o MIH reconhece a dureza do ataque, confirmando assim a derrota dos trabalhadores.
Ontem, dia 30 de janeiro, o regime sanguinário do MPLA, que governa Angola numa ditadura desde a sua independência há 45 anos, voltou a cometer atrocidades contra população e ativistas organizados.
Com o começo da pandemia e a crise económica que se tem vindo a impor, o crescimento do desemprego instalou-se no quotidiano dos trabalhadores no país. Mesmo havendo vacina, a pandemia continuará por mais uns tempos, e nada indica que com a sua atenuação a crise económica desapareça.