A NOSSA CLASSE Internacional

Neste 1º de maio: marchar com a resistência ucraniana contra Putin e com a classe trabalhadora francesa contra Macron

O dia 1º de maio é um dia de luta, que faz parte da memória do movimento operário mundial por causa do assassinato, em 1886, dos operários norte-americanos que lutavam por 8 horas de trabalho. Neste dia vamos às ruas em todos os continentes e mostramos que somos uma só classe em todo o mundo. A LIT-QI (Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional) se dirige à classe trabalhadora e sua vanguarda para chamar a marchar junto com os trabalhadores ucranianos que pegam em armas contra a barbárie da guerra de Putin. A marchar com os trabalhadores franceses e uruguaios que defendem seu direito à aposentadoria.

Internacional

Lula da Silva e a resistência dos povos aos opressores

Neste 25 de Abril, nas vésperas da sessão solene organizada em sua honra pela Assembleia da República, Lula da Silva propôs ao heroico povo ucraniano a entrega de território do seu país ao exército invasor do ditador Putin. Nega assim um dos mais gloriosos momentos da história dos povos africanos, que há 50 anos impuseram uma derrota sacrificada e estrondosa ao exército invasor colonial fascista português. O povo português não pode ceder nem um palmo da sua simpatia para com a resistência ucraniana perante tal “cavaleiro da paz”.

Internacional

A crise no sistema bancário e a possibilidade de nova recessão mundial

O mundo assiste, com grande preocupação, a evolução da crise no sistema bancário dos países imperialistas. A falência do Silicon Valley, seguida alguns dias depois pela do Signature Bank, nos EUA, acendeu o sinal de alarme. Logo após, uma “vaquinha” bilionária dos grandes bancos evitou a falência do First Republic. Na Europa, o Credite Suisse faliu e teve de ser comprado pelo SBP, outro grande banco suíço.

Internacional

A Ucrânia e o PCP… Poderá a luta contra o imperialismo, encobrir a denúncia de uma invasão militar sobre uma nação oprimida?

No aniversário da guerra de invasão russa da Ucrânia, depois de um país parcialmente destruído, com mais de 150 mil feridos e mortos, entre civis e militares, e uma vaga de imigração de 4,8 milhões de pessoas, deveria ser uma discussão ultrapassada que entre os trabalhadores há que construir uma solidariedade com o povo ucraniano e a sua resistência, que impossibilitou que esta invasão fosse um simples passeio para a Rússia. Vejamos se assim está a ser…

Internacional

Declaração: Lições de um ano de guerra na Ucrânia. Só a classe operária pode conduzir à vitória

A Quarta Internacional deve compreender inequivocadamente a enorme importância da questão ucraniana não apenas no destino do Leste e Sudeste europeus mas da Europa em seu conjunto. Trata-se de um povo que demonstrou sua viabilidade, numericamente igual à população da França e que ocupa um território excepcionalmente rico e, ademais, da maior importância estratégica. A questão do destino da Ucrânia está levantada em todo seu alcance. Faz falta uma consigna nítida e e definida, que corresponda à nova situação. Em minha opinião, há na atualidade uma só consigna: Por uma Ucrânia Soviética de operários e camponeses, unida, livre e independente…

(León Trotsky, A Questão Ucraniana, 22 de abril de 1939)

Internacional

Sobre as consignas “Não à guerra” e “nenhum tanque para a Ucrânia”

A diferença entre as nações opressoras e oprimidas, é a primeira linha divisória levantada por Lênin para estabelecer a política dos revolucionários, por isso não nos causa surpresa que o partido reformista alemão Die Linke, desenvolva uma campanha na Alemanha com as consignas “Não à guerra” e “não ao envio de tanques para a Ucrânia”, nesta campanha desponta “Unidas Podemos” no Estado Espanhol, destas organizações não se poderia esperar nada diferente, em se tratando de organizações reformistas nos países imperialistas, são a perna esquerda de seu próprio imperialismo. Mas, o que chama a atenção é que organizações da Fração Trotskista (FT), tenham embarcado nesta campanha, especificamente seus grupos no Estado Espanhol e na Alemanha. Em que medida é possível ser neutro neste conflito sem jogar fora a linha divisória traçada por Lênin, que desde então é um guia para o programa dos revolucionários e mantida por Trotsky, no que diz respeito a uma guerra de agressão nacional? Esta nota estará dedicada fundamentalmente a este debate.

Internacional

Terramoto Turquia/Síria: Tragédia é agravada por governos déspotas

Os terramotos que causaram mais de 20 mil mortos na Turquia e na Síria não foram os únicos responsáveis pela tragédia ocorrida no dia 6 de fevereiro. Os governos desses dois países contribuíram para a agravar, chefiados, respetivamente, por Recep Tayyip Erdogan e Bashar Hafez al-Assad‎. Segundo a imprensa, o primeiro ordenou o bombardeamento do Curdistão sírio e o segundo fez o mesmo em regiões da Síria controladas pela oposição ao seu regime, poucas horas depois do terramoto.