Emergência climática, qual a solução?
Novembro de 2022 foi marcado pela ação dos ativistas da greve climática estudantil. Ocuparam escolas e universidades para exigir medidas pela transição energética.
Novembro de 2022 foi marcado pela ação dos ativistas da greve climática estudantil. Ocuparam escolas e universidades para exigir medidas pela transição energética.
Com 1.120.000 manifestantes anunciados/as pelo Ministério do Interior, e mais de 2 milhões de acordo com a CGT, o primeiro dia de mobilização contra a nova reforma previdenciária, convocada pelas 8 centrais sindicais do país, foi muito forte, com manifestações em mais de 250 cidades. O novo projeto da Macron pretende fazer com que a idade legal (mínima) de aposentadoria passe de 62 para 64 anos e antecipar a extensão do período de contribuição para 43 anos (já decidido durante a reforma do governo Hollande), para 2027 ao invés de 2035. Muitos/as ativistas nunca tinham visto tanta gente nas ruas antes. Temos que voltar às mobilizações de 2006 contra o “Contrat Première Embauche”, ou mesmo às de 1995 contra a reforma previdenciária do governo Juppé, para encontrar elementos de comparação, dependendo da cidade. O feedback dos sindicatos anunciava um êxito, mas não nesta escala.
Foi realizado no dia 29 de janeiro a conferência internacional de Muadem (Madem-G15), Bissau, para assinalar o dia das mulheres Guineenses, devido ao assassinato da heroína Titina Sillá, por mãos do fascismo e colonialismo português.
O povo pobre e trabalhador se revolta em todo o país contra os máximos símbolos do poder econômico e político patronal concentrados no Congresso, o Governo Boluarte e suas principais instituições.
Este é o terceiro mês de protestos e mobilizações massivas generalizadas no Irão. Esta onda de lutas, que mobilizou massivamente as três grandes forças sociais (as mulheres, a juventude e as nacionalidade oprimidas), colocou em crise o regime capitalista islâmico.
Dois artigos recentes, publicados no G1-Globo e no The New York Times, retratam consequências diferentes da guerra na Ucrânia. Num, temos a resistência do povo ucraniano contra os invasores russos; noutro, a prisão nos EUA de jovens russos em fuga do regime de Putin.
Na noite de terça-feira, dia 22 de novembro, milhares de operários enfrentaram a violenta segurança interna dentro do complexo industrial da empresa taiwanesa FoxConn na cidade de Zhenzhou no interior da China continental. Vários vídeos testemunham o enfrentamento que durou madrugada adentro.
A derrota eleitoral de Bolsonaro foi um grande alívio para muitos ativistas pelo mundo. Todos sabíamos que, se Bolsonaro continuasse no Governo, para além de uma ameaça antidemocrática no Brasil, daria mais gás para a extrema direita pelo mundo.