Pela Independência dos Movimentos Sociais
No mundo inteiro, a pandemia acelerou uma crise profunda que mostra que o Capitalismo não recuperou da crise de 2008, e por isso nem 15 anos passados somos chamados mais uma vez a pagar a fatura.
No mundo inteiro, a pandemia acelerou uma crise profunda que mostra que o Capitalismo não recuperou da crise de 2008, e por isso nem 15 anos passados somos chamados mais uma vez a pagar a fatura.
A habitação é hoje a parcela que mais pesa nas despesas mensais das famílias.
A derrota eleitoral de Bolsonaro foi um grande alívio para muitos ativistas pelo mundo. Todos sabíamos que, se Bolsonaro continuasse no Governo, para além de uma ameaça antidemocrática no Brasil, daria mais gás para a extrema direita pelo mundo.
A partir destas páginas do jornal Em Luta pretendemos prosseguir o debate que mantemos há vários anos com os operários e ativistas da AutoEuropa. Convidamos, assim, todos os trabalhadores a debaterem connosco a luta contra o retrocesso das nossas condições de vida, mas também a estratégia para a emancipação da classe trabalhadora perante o patronato e governos burgueses e contra as opressões que aqueles nos impõem anos a fio.
O grupo Volkswagen se aproxima de mais um ano a bater todas as metas, estão previstos mais de 12 mil milhões de euros em lucros líquidos.
Em sentido oposto, várias têm sido as lutas a que os trabalhadores do grupo têm sido obrigados para travar a perda de poder de compra. Foi assim na Seat Martorell, em Barcelona; na fábrica da VW de Puebla, no México; é assim que está a ser na Alemanha. Os lucros sobem e os salários descem em relação ao custo de vida.
A guerra na Ucrânia tem sido apontada como a responsável pela subida dos preços da energia e, dessa forma, pelo crescimento frenético da inflação. Não é verdade.
Está instalada a crise social! São os salários e pensões que não chegam para comer, são as casas que não se conseguem pagar, mas as empresas lucram aos milhões. Apesar do crescimento da produtividade, estamos perante a maior transferência de rendimentos do trabalho para o capital deste milénio – mais do que no tempo da Troika!
A 23 de dezembro, o governo de coligação do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) e de Unidas Podemos, sindicatos e empresários chegaram a um acordo para modificar a Reforma Trabalhista de 2012. Naquele dia, após vários meses de negociações, chegou-se a um acordo, descrito como “histórico” pela Primeira e Segunda vice-presidentes do Governo, Nadia Calviño e Yolanda Díaz, para reformar o mercado de trabalho espanhol.