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A Ucrânia e o PCP… Poderá a luta contra o imperialismo, encobrir a denúncia de uma invasão militar sobre uma nação oprimida?
No aniversário da guerra de invasão russa da Ucrânia, depois de um país parcialmente destruído, com mais de 150 mil feridos e mortos, entre civis e militares, e uma vaga de imigração de 4,8 milhões de pessoas, deveria ser uma discussão ultrapassada que entre os trabalhadores há que construir uma solidariedade com o povo ucraniano e a sua resistência, que impossibilitou que esta invasão fosse um simples passeio para a Rússia. Vejamos se assim está a ser…
8 de março: Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora
Neste ano, o 8 de março, data que marca internacionalmente a luta das mulheres trabalhadoras, acontece no contexto de uma crise social que se aprofunda, em todo o mundo e também em Portugal, nas vidas das mulheres.
Governo Costa: um projeto de país subserviente à UE e contra os trabalhadores
Sobre as consignas “Não à guerra” e “nenhum tanque para a Ucrânia”
A diferença entre as nações opressoras e oprimidas, é a primeira linha divisória levantada por Lênin para estabelecer a política dos revolucionários, por isso não nos causa surpresa que o partido reformista alemão Die Linke, desenvolva uma campanha na Alemanha com as consignas “Não à guerra” e “não ao envio de tanques para a Ucrânia”, nesta campanha desponta “Unidas Podemos” no Estado Espanhol, destas organizações não se poderia esperar nada diferente, em se tratando de organizações reformistas nos países imperialistas, são a perna esquerda de seu próprio imperialismo. Mas, o que chama a atenção é que organizações da Fração Trotskista (FT), tenham embarcado nesta campanha, especificamente seus grupos no Estado Espanhol e na Alemanha. Em que medida é possível ser neutro neste conflito sem jogar fora a linha divisória traçada por Lênin, que desde então é um guia para o programa dos revolucionários e mantida por Trotsky, no que diz respeito a uma guerra de agressão nacional? Esta nota estará dedicada fundamentalmente a este debate.
PS e Bloco Esquerda de mãos dadas com regime ditatorial na Guiné!
Foi realizado no dia 29 de janeiro a conferência internacional de Muadem (Madem-G15), Bissau, para assinalar o dia das mulheres Guineenses, devido ao assassinato da heroína Titina Sillá, por mãos do fascismo e colonialismo português.
A pobreza no país e as esmolas de Costa
Sem política para erradicar a pobreza, o governo de António Costa limita-se a medidas pontuais e inócuas, quando não reduz à má fila o valor de salários e pensões. Ao mesmo tempo, salvaguarda os superlucros da banca e de grandes empresas como Galp, EDP, Sonae ou Jerónimo Martins, ou concede bónus milionários aos seus colaboradores, conforme demonstrado no recente escândalo TAP/Alexandra Reis.
Governo de António Costa: Mão dura com os trabalhadores e conivência com os ricos e os seus gestores
Os recentes escândalos atrás de escândalos no governo de António Costa mostram bem como o “rigor orçamental” do Governo é apenas para justificar os ataques contra os trabalhadores e os serviços públicos como a saúde e a educação, não havendo “rigor” na forma como trata os ricos e seus gestores. A luta combativa dos professores por justiça e dignidade da sua carreira mostra o caminho que é necessário trilhar para impor uma alternativa contra o governo Costa.
