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Sobre as consignas “Não à guerra” e “nenhum tanque para a Ucrânia”
A diferença entre as nações opressoras e oprimidas, é a primeira linha divisória levantada por Lênin para estabelecer a política dos revolucionários, por isso não nos causa surpresa que o partido reformista alemão Die Linke, desenvolva uma campanha na Alemanha com as consignas “Não à guerra” e “não ao envio de tanques para a Ucrânia”, nesta campanha desponta “Unidas Podemos” no Estado Espanhol, destas organizações não se poderia esperar nada diferente, em se tratando de organizações reformistas nos países imperialistas, são a perna esquerda de seu próprio imperialismo. Mas, o que chama a atenção é que organizações da Fração Trotskista (FT), tenham embarcado nesta campanha, especificamente seus grupos no Estado Espanhol e na Alemanha. Em que medida é possível ser neutro neste conflito sem jogar fora a linha divisória traçada por Lênin, que desde então é um guia para o programa dos revolucionários e mantida por Trotsky, no que diz respeito a uma guerra de agressão nacional? Esta nota estará dedicada fundamentalmente a este debate.
PS e Bloco Esquerda de mãos dadas com regime ditatorial na Guiné!
Foi realizado no dia 29 de janeiro a conferência internacional de Muadem (Madem-G15), Bissau, para assinalar o dia das mulheres Guineenses, devido ao assassinato da heroína Titina Sillá, por mãos do fascismo e colonialismo português.
A pobreza no país e as esmolas de Costa
Sem política para erradicar a pobreza, o governo de António Costa limita-se a medidas pontuais e inócuas, quando não reduz à má fila o valor de salários e pensões. Ao mesmo tempo, salvaguarda os superlucros da banca e de grandes empresas como Galp, EDP, Sonae ou Jerónimo Martins, ou concede bónus milionários aos seus colaboradores, conforme demonstrado no recente escândalo TAP/Alexandra Reis.
Governo de António Costa: Mão dura com os trabalhadores e conivência com os ricos e os seus gestores
Os recentes escândalos atrás de escândalos no governo de António Costa mostram bem como o “rigor orçamental” do Governo é apenas para justificar os ataques contra os trabalhadores e os serviços públicos como a saúde e a educação, não havendo “rigor” na forma como trata os ricos e seus gestores. A luta combativa dos professores por justiça e dignidade da sua carreira mostra o caminho que é necessário trilhar para impor uma alternativa contra o governo Costa.
Não nos vamos habituar!
2022 aponta as lutas que teremos de travar em 2023
Chegados ao final de dezembro é inevitável olhar para o que marcou este ano. E temos de fazê-lo do ponto de vista do que mais importa à classe trabalhadora e aos setores populares, e assim concluir os desafios que iremos enfrentar no ano que vem.
Parabéns aos trabalhadores da VW Autoeuropa Por mais um exemplo de luta e organização | A nossa contribuição para o debate
Os trabalhadores da VW Autoeuropa viveram uma importante luta por aumento de salário. E, como sempre, as lutas são importantes momentos de experiência e aprendizagem que os trabalhadores devem aproveitar para avançar. Esta não poderia ser diferente…
