De bom aluno na 1ª vaga a pior recordista da pandemia: como chegou Portugal até aqui?
Há quase um ano que foi identificado o primeiro caso de coronavírus em Portugal. Na primeira vaga, o Governo de António Costa gabava-se dos bons resultados do país frente à pandemia. Hoje somos dos piores países na UE e no mundo, com recordes no número de infetados e mortos, por habitante. Pouco se fala deste percurso, mas é preciso explicar como chegámos aqui.
Por que cresce a extrema direita em Portugal?
As Eleições Presidenciais, que ocorreram no dia 24 de janeiro, mostraram um crescimento eleitoral importante de André Ventura, que atingiu um resultado de quase 12%. Muitos ativistas estão preocupados e anseiam por tirar conclusões deste processo. E com razão, pois avaliar com precisão este fenómeno e as suas particularidades em Portugal é um passo importante para os desafios que teremos no próximo período.
Que conclusões tirar das eleições presidenciais? As perspetivas e os desafios para o futuro
Tem sido grande o debate em torno da análise das presidenciais. É evidente que o Governo — e, principalmente, a aliança entre Primeiro-Ministro e Presidente — sai fortalecido com a forte votação em Marcelo. No entanto, o grande crescimento eleitoral da extrema-direita, com cerca de 12%, e os resultados eleitorais de BE e PCP abrem espaço a diversas hipóteses de avaliação destas eleições.
EDITORIAL | Pandemia põe a nu a verdadeira face do capitalismo
MPLA chacina de novo: Toda a solidariedade para com o povo explorado Lunda-Tchokwe e as mais de 30 vítimas da repressão
Ontem, dia 30 de janeiro, o regime sanguinário do MPLA, que governa Angola numa ditadura desde a sua independência há 45 anos, voltou a cometer atrocidades contra população e ativistas organizados.
Breve ensaio sobre o fascismo
Trabalhar menos para trabalharmos todos
Com o começo da pandemia e a crise económica que se tem vindo a impor, o crescimento do desemprego instalou-se no quotidiano dos trabalhadores no país. Mesmo havendo vacina, a pandemia continuará por mais uns tempos, e nada indica que com a sua atenuação a crise económica desapareça.
