Acerca da hipocrisia do PS de Medina
O caso do envio de dados de ativistas russos pró-Navalny parece ter sido um erro ou uma novidade da Câmara Municipal de Lisboa (CML), mas não foi.
O caso do envio de dados de ativistas russos pró-Navalny parece ter sido um erro ou uma novidade da Câmara Municipal de Lisboa (CML), mas não foi.
A 22 anos da sua fundação, o BE fez a sua XII Convenção. Esta tem um significado político importante, uma vez que ocorre após estar finalizada a experiência da Geringonça. É necessário analisar politicamente o seu conteúdo e o que representa nos rumos que o partido vai tomar daqui em diante.
No dia 20 de abril, Portugal foi o primeiro estado-membro a entregar o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) em Bruxelas. Costa é um bom aluno e quer mostrar resultado o quanto antes.
Vivemos tempos de crise e é preciso organizar a classe trabalhadora em defesa dos seus direitos. Nesta luta, os trabalhadores devem contar com a força da sua união, e não com o governo e os patrões.
“O primeiro-ministro António Costa é o atual presidente da União Europeia, assim como outro português, António Guterres, é o secretário-geral das Nações Unidas. São cargos importantes, que poderiam ser utilizados para pressionar a União Europeia (UE) a quebrar as patentes das vacinas contra a Covid-19 e divulgar os contratos feitos com as farmacêuticas que as produzem. Não é isso que acontece.”
Após a decisão do juiz Ivo Rosa sobre os rumos do processo “Operação Marquês”, reacendeu-se o debate sobre o caso Sócrates. Para além de compreender o processo judicial, que é também importante, é fundamental entender o contexto político e as lições que o processo nos traz sobre os limites da justiça no capitalismo.
Não deixa de ter algo de enternecedor o modo como a comunicação social, acompanhada por alguns dos nossos comentadores políticos, se associaram aos 100 anos do PCP. Não faltou quem comparasse o PCP aos bolchevistas russos e Álvaro Cunhal ao Lenine português. Cem anos são, de facto, uma idade rara para um partido, mas nos aniversários, mesmo que centenários, a história não deve ser substituída pela hagiografia.
O que se pode dizer de um governo cujo primeiro-ministro afirma ter sido esta crise [pandémica] “o maior atestado de falhanço das visões neoliberais” e, ao mesmo tempo, planeia e executa despedimentos em massa e reduções salariais em empresas dependentes do estado, como a TAP e a Groundforce?